Recentemente, uma reportagem exibida pelo Fantástico mostrou como a pesquisa clínica tem mudado a história de pacientes com câncer em todo o mundo. Por trás de cada novo tratamento aprovado existe um longo trabalho de pesquisa, realizado com rigor científico e foco na segurança dos participantes.

Graças aos estudos clínicos, novas terapias têm chegado aos pacientes de forma cada vez mais rápida e eficiente, oferecendo alternativas para doenças que, até poucos anos atrás, possuíam opções limitadas de tratamento.

“Participar e apoiar a pesquisa clínica significa oferecer aos pacientes a oportunidade de acesso a tratamentos inovadores e contribuir para o avanço da medicina. Cada estudo conduzido representa um passo importante na busca por terapias mais eficazes e melhores resultados para quem enfrenta o câncer”, destaca Dra. Ana Paula Victorino, Pesquisadora do Instituto Américas.

Um exemplo desse avanço foi apresentado durante a ASCO 2026, o maior congresso de oncologia do mundo. O estudo RASolute 302 avaliou o uso do daraxonrasib, uma terapia oral inovadora para pacientes com adenocarcinoma de pâncreas metastático que já haviam recebido tratamento anterior.

Os resultados trouxeram uma notícia animadora para a comunidade oncológica: os pacientes tratados com a nova terapia apresentaram melhora tanto na sobrevida global quanto na sobrevida livre de progressão da doença. Em uma doença historicamente desafiadora, esses resultados representam uma nova perspectiva para pacientes e familiares.

Para a Dra. Ana Paula Victorino, os dados apresentados reforçam o papel da inovação no tratamento dos tumores gastrointestinais. “O câncer de pâncreas é uma das neoplasias mais desafiadoras da oncologia. Resultados como os observados no estudo RASolute 302 demonstram que estamos avançando na compreensão da biologia da doença e ampliando as possibilidades terapêuticas para nossos pacientes.”

Mais do que números, estudos como esse representam novas oportunidades, mais tempo de vida e a possibilidade de acesso a tratamentos inovadores que podem transformar trajetórias.

No Instituto Américas, acreditamos que a pesquisa clínica é uma ponte entre a ciência e a esperança. Por meio dela, contribuímos para que avanços importantes cheguem aos pacientes de hoje e ajudem a construir os tratamentos do amanhã.

O Instituto Américas foi criado em 2008, com o objetivo de melhorar a vida das pessoas com câncer, através do desenvolvimento de programas de pesquisa e educação com foco oncologia e hematologia.

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