Um estudo recente com participação da Dra. Mariana Monteiro, Oncologista Clínica da Rede Américas e Pesquisadora do Instituto Américas, investigou o impacto da toxicidade financeira em pacientes com câncer no Brasil. A pesquisa avaliou a carga financeira (pacientes que já relatam problemas financeiros ao serem questionados) e a toxicidade financeira (aqueles que desenvolvem problemas financeiros ou os agravam durante o tratamento) em 1.343 pacientes com câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão, tratados em unidades de saúde privadas no Rio de Janeiro e São Paulo.

Os resultados mostram que, no início do tratamento, 23% dos pacientes já relatavam dificuldades financeiras. Durante o tratamento, 16% dos pacientes desenvolveram toxicidade financeira. As maiores dificuldades foram observadas em mulheres com câncer de mama, enquanto os menores índices foram em homens com câncer de próstata.

A idade mais jovem foi identificada como um fator de risco independente tanto para a carga quanto para a toxicidade financeira. O estudo destaca a importância de entender e mitigar os efeitos da toxicidade financeira para melhorar os resultados no tratamento de pacientes com câncer no Brasil.

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